Explore os principais tipos de inovação e algumas estratégias para potencializar o acesso a novas tecnologias na sua empresa
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A inovação é essencial para as empresas, não só permitindo que elas fortaleçam seus diferenciais competitivos, mas também impulsionando o crescimento a longo prazo. E você sabia que existem diferentes tipos de inovação?
Por meio da inovação, novos processos, produtos e serviços surgem, beneficiando consumidores e toda a sociedade.
E no Brasil, ela tem avançado nos mais diversos setores.
Para termos uma ideia mais precisa dessa realidade, uma pesquisa divulgada pelo IBGE revelou que, somente em 2022, 68,1% das empresas, nas indústrias extrativas e de transformação, introduziram produtos novos ou substancialmente aprimorados, além de incorporarem processos de negócios novos ou otimizados.
Por sua vez, em 2021, a digitalização nas empresas avançou o equivalente a 4 anos, segundo a FGV.
Mas, para aplicar processos de inovação, é preciso ter uma compreensão profunda de quais os modelos mais adequados para a realidade de cada negócio.
Neste artigo, vamos apresentar os tipos de inovação mais relevantes, como estruturá-los nas empresas e os principais indicadores para medir o sucesso nessa área.
Acompanhe.
Os modelos de inovação são ferramentas fundamentais para que empresas e profissionais explorem novas oportunidades e criem soluções que atendam às demandas de um mercado cada vez mais dinâmico e exigente.
Confira a seguir os principais tipos de inovação:
Também conhecida como disruptiva, a inovação radical envolve a introdução de novos produtos, processos ou serviços que transformam mercados e mudam o comportamento de consumo.
Apesar de demandarem maior investimento e dedicação, as soluções disruptivas tendem a trazer resultados exponenciais, além de destacar a empresa em uma posição de pioneirismo.
Exemplos desse tipo de inovação são os serviços da Netflix, Spotify e Uber, que mudaram a forma como as pessoas consomem entretenimento e se locomovem no mundo todo.
Ao contrário da inovação radical, a inovação incremental envolve melhorias graduais e iterativas em produtos, processos ou serviços existentes.
Essas melhorias podem ser pequenas, mas cumulativas ao longo do tempo, resultando em aprimoramentos significativos que mantém a competitividade da empresa no mercado.
A inovação fechada envolve o desenvolvimento de serviços, produtos ou processos que se concentra essencialmente nos recursos internos e na expertise da organização.
Ou seja: ela acontece dentro dos limites da empresa e conta com pouca ou nenhuma colaboração externa.
Embora ofereça algumas vantagens, como maior controle sobre o processo de desenvolvimento e da proteção da propriedade intelectual, há também desafios.
Um deles é o custo alto de estruturação de áreas de P&D, eventual engessamento dos processos de inovação e necessidade de gestão estratégica dos recursos humanos e dos projetos.
Atualmente, é muito comum que haja um equilíbrio entre a abordagem da inovação interna com a colaboração externa, a fim de garantir uma inovação contínua e sustentável.
Já a inovação aberta é uma abordagem que se apoia na colaboração externa.
Nesse modelo, as organizações buscam ativamente parcerias com outras empresas, instituições de pesquisa, startups, aceleradoras e ecossistemas de inovação para compartilhar ideias, conhecimentos e recursos.
A essência da inovação aberta está na ideia de que, ao abrir suas portas, as organizações podem aproveitar uma gama mais ampla de perspectivas, experiências e habilidades, acelerando o desenvolvimento e a comercialização de novas ideias e produtos.
Dessa forma, ela oferece uma série de benefícios, incluindo:
A estruturação de processos de inovação requer uma abordagem sistemática e cuidadosa.
Primeiramente é necessário definir a visão de inovação da empresa e seu alinhamento aos objetivos e necessidades do mercado.
Outro ponto importante é incentivar uma cultura de colaboração e criatividade. Reconheça e recompense ideias inovadoras, promova a comunicação aberta, o aprendizado contínuo e um ambiente seguro ao erro.
Além disso, é importante atribuir recursos adequados, estabelecer métricas e implementar um processo eficiente de gestão de ideias e projetos de inovação.
E, como vimos, hoje a inovação pode ser impulsionada por meio de parcerias com aceleradoras e ecossistemas que conectam startups e empresas dispostas a inovar.
Gerir a inovação consiste em coordenar os esforços de inovação dentro da empresa.
Essa gestão garante que os recursos sejam utilizados de forma eficaz e que os objetivos da organização sejam alcançados.
Nesse sentido, a gestão da inovação permite que as organizações se adaptem às demandas do mercado, antecipem tendências e se destaquem em meio à concorrência.
Portanto, ao investir numa gestão estratégica da inovação, as empresas têm mais chances de otimizar o avanço de projetos e garantir resultados de longo prazo.
Por fim, confira algumas recomendações importantes para superar desafios comuns nas jornadas de inovação das empresas:
Em outras palavras: seja qual for o modelo de inovação implementado, o importante é investir em processos que fortaleçam a competitividade da sua empresa.
E agora que você domina os principais tipos de inovação, que tal navegar em outros conteúdos no Portal Insights?