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Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo pode criar conexões fortes entre consumidores e marcas. Saiba como startups brasileiras estão ajudando corporações nessa estratégia.

por Liga Ventures 16 min de leitura
Mãos digitam em um notebook ao lado de uma xícara de café branca

De acordo com definição presente no livro Marketing 4.0, de Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, marketing de conteúdo é “uma abordagem que envolve criar, selecionar, distribuir e ampliar conteúdo que seja interessante, relevante e útil para um público claramente definido”, objetivando a geração de conversas a respeito desse conteúdo. Classificado como o “novo anúncio”, o conteúdo criado pelas marcas estabelece conexões mais fortes entre elas e os consumidores. A partir da criação de histórias e disseminação de informações, um marketing de conteúdo de qualidade pode, por meio de uma atração mais assertiva de consumidores, aumentar a taxa de conversão e do número de vendas de uma empresa. Segundo pesquisa publicada pelo blog OutSocialTimes, 70% dos consumidores presentes na esfera digital preferem conhecer uma marca por meio de artigos informativos em vez de de conhecê-la por anúncios convencionais. A pergunta então já não deve ser se as empresas devem fazer marketing de conteúdo, mas qual a melhor maneira de adotar essa tendência já presente no mercado. Segundo o estudo B2B Content Marketing 2018, realizado pelo Content Marketing Institute e MarketingProfs, 91% dos entrevistados (de um total de 870 empresas norte-americanas que fazem negócios com outras empresas) afirmaram utilizar da estratégia de marketing de conteúdo; entre os 9% que não a adotam, 54% afirmaram possuir a pretensão de lançar esforços para adotá-la nos 12 meses seguintes à pesquisa. Já conforme o estudo B2C Content Marketing 2018, 86% dos participantes (de um total de 195 empresas norte-americanas que possuem consumidores como público primário) afirmaram utilizá-la. Em 2017, o marketing de conteúdo movimentou US$ 16 bilhões globalmente, conforme estudo da PQ Media, publicado em matéria do portal TI Inside. No Brasil, de acordo com a pesquisa Content Trends 2018, que contou com mais de 3.000 entrevistados, 73% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo. O estudo revelou que 58,8% dessas empresas sabem a quantidade de visitantes que recebem mensalmente. Além disso, a estratégia lhes rende 2,6x mais visitas e 3,7x mais leads. A Conta Azul, plataforma na nuvem para a gestão e controle financeiro para PMEs, investiu na estratégia de forma híbrida – a produção é feita de forma interna e externa –, conectada à estratégia de negócios da empresa. “O conteúdo tem que estar muito conectado à narrativa da marca, embora sejam diferentes. A de conteúdo deve ser utilizada para conectar a história da marca com o que está acontecendo no universo do potencial cliente ou do próprio cliente da empresa”, conta Anselmo Massad, gerente de Marketing de Conteúdo na Conta Azul. De acordo com ele, a empresa trabalha pensando em temas, formatos e canais para esses conteúdos de forma que atendam melhor as necessidades do negócio. Para isso, torna-se necessário um entendimento maior sobre o público-alvo e o formato depende de como querem chegar até essas pessoas. Para Massad, o marketing de conteúdo é importante porque o público nem sempre tem a cultura e o conhecimento para fazer a gestão adequada do negócio. Atualmente, a Conta Azul possui cinco blogs, voltados para cinco públicos diferentes – donos de negócio, contadores, cultura organizacional, engenharia e design – que já tiveram mais de um milhão de visitas por mês e um total de 120 mil downloads dos materiais.

Terceirizacão do marketing de conteúdo

Ainda de acordo com a pesquisa Content Trends 2018, entre as empresas que não adotam a estratégia:

  • 61,8% delas pretendem adotá-la no futuro, mas ainda enfrentam problemas que as impedem de utilizar a estratégia

  • 38,9% delas afirmam que o problema principal é não ter uma equipe disponível para realizar a tarefa;

  • 23,7% desconhecem formas de iniciá-la.

Assim, realizar a produção do marketing de conteúdo de forma terceirizada surge como uma boa opção para essas empresas que ainda não se adaptaram interna ou completamente para isso. Criada em 2003, a Tray é uma plataforma de e-commerce do grupo Locaweb e oferece serviços para empresas que buscam se consolidar no comércio eletrônico. Atualmente, a empresa possui um planejamento estabelecido para a produção de conteúdo, disponibilizado na Escola de E-commerce, a plataforma de conteúdo da empresa, na qual são disponibilizados artigos, e-books e vídeos (em formato de webinar) e que conta com mais de 200 mil visitas mensais de usuários únicos e uma base de mais de 9 mil clientes. De acordo com Thiago Mazeto, Head de Experiência do Cliente na Tray, a conquista de resultados significativos só foi possível a partir da parceria com a Rock Content, startup fundada em 2013 e referência em marketing de conteúdo na América Latina.

A Rock Content nos ajudou desde a parte estratégica, quando passamos a olhar mais para o inbound marketing e para a área de conteúdo. Eles possuíam uma expertise e nós evoluímos muito bem juntos. Atualmente, optamos por um formato híbrido e por meio dessa parceria conseguimos atrair um volume grande e com qualidade”, conta Mazeto.

A partir da parceria com a startup, tornou-se possível à Tray uma mudança no planejamento de ações e de como as vendas aconteceriam a partir disso. Segundo Mazeto, os conteúdos produzidos preparam o cliente para a compra do serviço e, consequentemente, aumentam a taxa de conversão. “Antigamente, três anos atrás, nenhuma das vendas era feita de forma ativa. Atualmente, os consumidores vêm prontos para o momento da compra, porque tiveram acesso ao nosso conteúdo, e eu sei quando eles estão prontos para isso. Hoje em dia vendemos 800 lojas por mês, 100% delas de forma ativa. O índice de churn reduziu em mais de 200% e a taxa de conversão é muito maior”, afirma. A Rock Content surgiu em Belo Horizonte (MG) a partir da identificação de que faltava no mercado brasileiro uma empresa que oferecesse um marketing de conteúdo de qualidade, uma tendência que já era forte nos Estados Unidos. Atualmente é uma das referências no mercado brasileiro, atendendo desde PMEs até grandes empresas. “No início da década, as companhias não sabiam como essa estratégia poderia trazer retorno a elas. Percebo que agora há uma visão mais madura sobre isso, elas percebem que o marketing de conteúdo é, acima de tudo, marketing, e possui métodos, planejamento, para poder trazer um retorno sobre o investimento. Hoje temos um trabalho de educar ainda mais o mercado e pensar em estratégias cada vez mais avançadas de produção e distribuição do conteúdo”, diz Vitor Peçanha, Cofundador da startup. Não por coincidência, grande parte dos clientes que a empresa conquista chegam por meio do blog, que alcança aproximadamente um milhão de visitas por mês. Para suprir a alta demanda por conteúdos no blog e realizar os serviços requeridos pelos clientes, a Rock Content possui mais de 20 mil colaboradores freelancers selecionados e 350 funcionários. Saiba mais o que Vitor Peçanha, CEO da Rock Content, fala sobre o assunto: A Rock Content surgiu a partir da fusão de duas startups: uma, gerenciada por mim, que criava textos em escala, por meio de uma rede de freelancers, de forma que os conteúdos tivessem um bom ranking no Google e, consequentemente, muito tráfego, e outra, gerenciada pelos meus atuais sócios, que se tratava de um algoritmo para escolha de palavras-chave. A partir disso, montamos a Rock Content com o objetivo de ajudar as empresas a terem resultados com marketing de conteúdo. Atualmente, para a produção dos textos, possuímos uma base com mais de 20 mil redatores freelancers e 350 funcionários, realizando uma entrega de mais de 8 mil peças de conteúdo mensalmente. Os números obtidos pelos clientes variam de forma muito positiva. Com a Tray, por exemplo, reduzimos, por meio do marketing de conteúdo, o CPA (Custo por Aquisição) em 264% e aumentamos em 86% a conversão de vendas. Em alguns outros cases, aumentamos em 70% o tráfego orgânico no blog de um dos clientes, além de ampliar os leads gerados em mais de 40%.” Vitor Peçanha, Cofundador da Rock Content De acordo com Peçanha, falta às empresas enxergarem o marketing de conteúdo como um canal importante de atração e aquisição de novos clientes, quando comparado a outros canais. Para isso, o primeiro passo é sempre entender quem é o público-alvo do cliente em questão. “Existe uma metodologia para realizar um mapeamento de que tipo de conteúdo nós devemos produzir. Essa inteligência é o que determina o sucesso da estratégia. Um dos maiores erros é não se basear em dados para saber que conteúdo será produzido”, afirma ele.

CX (Customer Experience) relacionada às novas tecnologias

De acordo com o estudo 2018 Digital Trends, realizado pela Adobe em parceria com a Econsultancy, a maior prioridade estratégica das empresas em 2018 é a gestão do conteúdo e da experiência do consumidor. Entre as 2.796 entrevistadas, 45% delas colocam a estratégia como uma das três mais importantes para o próximo ano. Além disso, 20% do total veem a questão como prioridade máxima. Logo em seguida, as áreas de analytics, audiência e gerenciamento de dados são também vistas como essenciais às empresas. Segundo a pesquisa, a proeminência desses assuntos diretamente ligados a dados se dá pelo fato de que experiências digitais eficazes não são possíveis sem uma base estatística e analítica, que asseguram que um conteúdo seja o mais útil e assertivo possível. Assim, conteúdo e dados devem andar de mãos dadas quando o assunto é a entrega de uma jornada e experiência digitais satisfatórias ao consumidor. Um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas é a grande quantidade de conteúdo produzido e disponibilizado no mundo digital. Isso resulta em uma saturação de informações que nem sempre são úteis aos consumidores. Apostar em big data & analytics pode ser, portanto, uma maneira de se diferenciar de conteúdos que pouco agregam à vida do consumidor. Para se ter uma ideia, segundo dados do Smart Insights, a cada minuto são publicados mais de três milhões de posts no Facebook, cinco horas de vídeos no Youtube e aproximadamente 450 mil tweets no Twitter. De acordo com Massad, criar conteúdo significa competir com o mercado inteiro pela atenção dos consumidores.

“A questão da saturação possui dois aspectos. Primeiramente, há muito conteúdo disponível, é uma competição por atenção que envolve players que não são meus concorrentes diretos, mas que podem estar oferecendo um conteúdo sobre o mesmo tema que nós. Existe também uma saturação de formato, de canais. Temos que ser criativos e estarmos sempre atentos à forma como as pessoas estão acessando e querendo acessar os conteúdos” diz Massad, gerente de Marketing de Conteúdo na Conta Azul.

Dentro da Tray, os desafios são parecidos. Segundo Mazeto, a diferenciação em relação a outras empresas e tipos de conteúdo se dá pela qualidade do que é produzido, que precisa estar de acordo com as necessidades do cliente. “O nosso desafio é ficar cada vez mais especialista, produzir conteúdo interessante. Existe uma grande parcela de empresas que só pensa no rankeamento, mas isso é uma consequência de um bom conteúdo. O essencial é pensar na experiência do seu cliente, em impactar a vida da nossa persona. Eu preciso que um consumidor acesse um conteúdo e volte por conta própria para consumir outras informações”, conta. Em 2017, o canal pago de televisão Multishow, que pertence ao grupo GloboSat, passou por uma necessidade de se reinventar. De acordo com Tatiana Costa, Diretora de Programação e Conteúdo Digital no Multishow, o canal sempre teve a missão de se comunicar com o público jovem e atraí-lo de volta para a televisão surgiu como um desafio. Dentro do Grupo Globo, o canal é referência na atuação digital nas principais redes sociais, como Twitter, Facebook e Instagram. A partir disso, a principal ideia era expandir o conteúdo multiplataforma. Para que isso fosse possível, a utilização de dados era essencial. O resultado disso foi o programa Só pra Parodiar, realizado em parceria com a startup Winnin, uma plataforma de criação de conteúdos a partir de uma base de dados coletados de internautas. “Por meio dos dados disponibilizados pela Winnin tivemos inúmeros insights para a criação de um conteúdo novo e nós passamos a entender o que estava acontecendo de relevante no mundo digital. Identificamos que as paródias estavam muito em alta e era um conteúdo praticamente inexistente na televisão. Toda a parte estratégica foi pensada em conjunto, sobre qual seria o formato, quem seriam os participantes do programa. Desejávamos impactar o telespectador em várias frentes e conseguimos fazer isso”, conta Costa. Segundo ela, a partir dos dados coletados pela Winnin, tornou-se possível a construção de narrativas que fazem sentido para as diferentes plataformas em que o canal está presente, como Twitter, Facebook, Youtube e televisão. Em 2017, em sua temporada de estreia, o Só pra Parodiar foi o primeiro programa latino-americano da história a ser indicado ao Rose d’Or, premiação realizada pela EBU (European Broadcasting Union), voltada ao entretenimento. Saiba mais o que Tatiana Costa, Diretora de Programação e Conteúdo Digital no Multishow, fala sobre o assunto: Nós tínhamos o objetivo e desafio de inovar e de trazer o público-jovem de volta para a televisão, mas também atingi-lo em um modelo multiplataforma. Para isso, fizemos uma parceria com a Winnin, startup que nos ajudou desde o planejamento estratégico até a execução do programa Só pra Parodiar. Eles vieram ao encontro de um desafio enquanto um canal tradicional de TV, que é falar com o público jovem, que está cada vez menos na frente da televisão de forma passiva e consome conteúdos que permitem interatividade. Foi um trabalho colaborativo, de identificação de um nicho de atuação e de um conteúdo que ainda não estava presente na televisão. Os dados disponibilizados pela Winnin possibilitaram a construção de um storytelling, em uma narrativa que faz sentido em todos os canais de comunicação. O programa foi muito bem visto, inclusive internacionalmente, sendo indicado à premiação Europeia Rose d’Or. Além disso, ficamos nos primeiros lugares de alcance e audiência na mídia paga. Mais de três milhões de pessoas passaram pelo canal durante as exibições inéditas de Só Pra Parodiar em 2017.” Tatiana Costa, Diretora de Programação e Conteúdo Digital no Multishow A Winnin foi criada no Rio de Janeiro, em 2014, focada em oferecer conteúdo relevante às empresas a partir de dados, principalmente em formato de vídeo. A empresa começou como um site de curadoria colaborativa de vídeos que teve mais de 30 milhões de usuários ativos criando listas e rankings para votação de vídeos. Evoluiu para um modelo SaaS (Software as a Service), agregando dados globais de consumo de conteúdo em vídeo. Atualmente, a Winnin lidera a estratégia global de conteúdo de marcas como Coca-Cola, Budweiser, Stella Artois e Corona Sunsets. “Nós aprendemos que o modelo do site não era escalável globalmente. Pivotamos e o site que nos gerava dados foi substituído por um software para entender o que determinado público-alvo está interessado em assistir quando o assunto é vídeo”, afirma Gian Martinez, Fundador e CEO da Winnin. De acordo com ele, o diferencial da empresa se encontra justamente em realizar uma análise de dados que funcione de forma preditiva.

No fim das contas a nossa solução integra ao processo criativo tecnologias de data science, machine learning e inteligência artificial. O maior desafio para tornar isso possível é limpar os dados disponíveis na Internet, visto que são muito poluídos e não dizem nada sozinhos. A inovação está no método que utilizamos para limpá-los e organizá-los de forma precisa e assertiva”, afirma Martinez.

Ainda, conta que a capacidade em cruzar e analisar essas informações resulta em uma previsão de tendências de consumo de conteúdo.

RV e a necessidade de ser user-centric

Conforme post publicado no blog da Rock Content, a realidade virtual (RV) é o próximo passo no marketing de conteúdo. Atualmente, os três principais formatos utilizados são de texto, imagens e vídeos, cada um adicionando uma camada visual a mais em relação ao anterior, tornando-o mais interessante e interativo. Experiências de realidade virtual oferecem, principalmente, uma camada a mais, de imersão ao usuário, colocando-o como participante no centro do conteúdo e proporcionam um maior conhecimento de marca. De acordo com informações da IDC (International Data Corporation) publicadas em matéria do portal TI Inside, as receitas de RA e RV superarão a casa de US$ 215 bilhões até 2021. E existe um motivo científico como base para a expressividade desses números. Segundo publicação do Marketo, experiências em realidade virtual e/ou aumentada possuem apelo sobre as três partes do cérebro humano, responsáveis pela percepção e reação que temos em relação ao que acontece ao nosso redor. Assim, a utilização desta tecnologia torna as empresas mais propensas a influenciar o comportamento do consumidor. Uma iniciativa que oferece conteúdos imersivos em RV e RA em formato de story-telling é a startup americana Within, fundada em 2014 na Califórnia. A empresa recebeu mais de US$ 50 milhões em investimentos, tendo como principais investidores a empresa de venture capital Andreessen Horowitz, além de Temasek, Emerson Collective, WME e 21st Century Fox. A Within produz animações, documentários e audiovisuais musicais e disponibiliza os conteúdos por meio de dispositivos como o Samsung Gear VR, Oculus Rift, HTC Vive, Google Daydream e Sony Playstation VR. Atualmente, possui, entre seus parceiros, a Apple, Google, Facebook, Sony e Adidas. Existe, portanto, uma clara tendência user-centric e para que isso seja realizado de forma assertiva, torna-se necessário um mapeamento e conhecimento sobre quem é esse potencial consumidor e quais são seus desejos e necessidades de informação e conteúdo, importantes, primeiramente, para um conhecimento de marca.

Marcas que realizam um bom marketing de conteúdo fornecem aos consumidores acesso a conteúdo original de alta qualidade enquanto contam histórias interessantes sobre si mesmas”,

Philip Kotler

Significa, portanto, que a transformação disso em vendas não devem necessariamente ser o motor para a produção de conteúdo. Antes de um possível cliente realizar, de fato, uma compra, ele precisa conhecer a marca e entender o porquê de ela se diferenciar de todas as outras, tornar-se curioso em relação a ela. E é exatamente isso que o marketing de conteúdo pode fazer por uma empresa.

Logo da NewsCred, com a bandeira dos Estados Unidos

A NewsCred, startup americana que já levantou mais de US$ 88 milhões em investimentos, oferece uma plataforma que integra as campanhas de marketing e conteúdos, trazendo consistência na comunicação em todos os canais das empresas.

Logo da BrightEdge, com a bandeira dos Estados Unidos

A startup americana BrightEdge criou uma plataforma que usa análise em tempo real de dados para otimizar o retorno dos conteúdos produzidos em ações de marketing. Com mais de 8.000 marcas usando a solução, a startup já levantou mais de US$60 milhões em investimentos.

Logo da Contentools, com a bandeira do Brasil

A Contentools é uma startup brasileira que oferece uma solução para ajudar os responsáveis pelo marketing na gestão e produção de conteúdo. Além do organizador de fluxos de conteúdo, a startup oferece uma IA para fazer leituras e trazer insights sobre os conteúdos produzidos.

Logo da Rock Content, com a bandeira do Brasil

A startup Rock Content é responsável pelo planejamento, produção e otimização de conteúdos. Com estratégias focadas ao aumento de faturamento de seus clientes, a Rock Content conta com mais de 20 mil redatores freelancers em sua base e clientes como MRV e ContaAzul.

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