Tecnologias Emergentes: o que o futuro nos reserva? - Liga Ventures

Ainda não se chegou a um consenso em como conceituá-las, mas é de conhecimento comum que o mundo está se tornando cada vez mais dependente das chamadas tecnologias emergentes. Seja Big Data & Analytics que a 99 usa para modelar a conexão entre motoristas e passageiros, a Inteligência Artificial como a utilizada pela Hondana, que está transformando a maneira como concebemos o treinamento de novos funcionários ou a realidade aumentada da GoEpik, que transforma manuais de conduta em processos aumentados em fábricas por todo o Brasil, estamos cada vez mais usando as tecnologias emergentes em nossos dia a dias. São essas as tecnologias com grande potencial de aplicação em atividades cotidianas e que irão mudar a maneira como enxergamos e vivemos em sociedade nos próximos 5 a 10 anos. Estão emergindo para resolver novos (e velhos) problemas do mundo.

Os números são animadores: de acordo com o relatório divulgado pelo IDC (International Data Corporation), os investimentos em Inteligência Artificial poderão atingir a marca de 46 bilhões de dólares até 2020. Somente em 2017, o instituto previu um investimento de 12,5 bilhões, 60% a mais do que em 2016. Outro relatório, o Big Ideas, divulgado em junho de 2017 pela ARK Invest, prevê que o mercado de manufatura aditiva (impressões 3D) poderá atingir 41 bilhões de dólares até 2020. O de robótica e automação, 12 trilhões de dólares, até 2035.

 

meninas e meninos com óculos de realidade virtual, em forma de cartoon

imagem por FreePik

 

Com o objetivo de entender o que são as tecnologias emergentes, de que forma estão sendo desenvolvidas e aplicadas no Brasil e como estão impactando o ambiente de negócios, a Liga Ventures, através de seu braço de inteligência de mercado – o Liga Insights, lançou o Liga Insights Emerging Technologies, o primeiro estudo brasileiro a mapear startups deste nicho. O estudo consistiu em analisar como as startups de tecnologias emergentes estão movimentando o mercado e desenvolvendo novas tecnologias na resolução de problemas de diferentes setores e áreas de negócio.

Para entender melhor este cenário, foram analisadas 7.512 startups, sendo mapeadas as que apresentavam algum tipo de atividade ou produto aplicado relacionados a 8 categorias: AR/VR (Realidade Aumentada e Realidade Virtual), Inteligência Artificial, Drones, Blockchain e Criptomoedas, IoT, Cleantechs e SmartCities, IoT e Big Data e Analytics, o que mostrou um panorama de 193 startups brasileiras que trabalham com uma dessas tecnologias. Essas categorias foram determinadas com base em pesquisas realizadas por empresas e centros de tecnologia e consultorias, como MIT, Dell, Forrester, Fórum Econômico Mundial e Frost & Sullivan, que indicaram mais de 250 categorias em tecnologias emergentes, com aplicação em mais de 30 áreas diferentes.

 

folhas do estudo, em perspectiva, com o título Liga Insights Emerging Technologies

Liga Insights Emerging Technologies

 

No estudo, você também terá acesso ao cruzamento entre as tecnologias emergentes e importantes setores da economia como agropecuária, construção civil e arquitetura, finanças e seguros, indústria 4.0, saúde e bem-estar, entendendo como eles foram impactados por essas tecnologias e como as startups estão inseridas nesses ecossistemas. Além disso, o relatório fala das principais tecnologias usadas e quais serão as tendências de inovação dos próximos anos.

O download do relatório é gratuito e você pode acessá-lo por meio deste link: https://liga.ventures/insights-etx/.

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